out 3 2010

África – Angola

Carlos Mota

Depois de aproximadamente 30 anos fotografando casamentos, Carlos Elias viajou para a África, com a finalidade de participar de um projeto social, onde a fotografia se tornou apenas uma ferramenta de registro, pois não houve fins lucrativos, tão somente o interesse de ajudar àqueles menos favorecidos.

Hotel localizado na capital Luanda, onde passei a primeira noite, e no dia seguinte viajei para Huambo, onde permaneci 20 dias.

Vista noturna do quarto do Hotel Alvalade.

Região de Huambo, onde fiquei hospedado 20 dias, convivendo diariamente com a realidade dos angolanos dessa região.

Casa construída com adobe (tijolo feito de barro com palha).

Moradores da parte pobre da cidade de Huambo.

Essa é a maneira como as mamães angolanas carregam seus filhos pequenos.

Transporte mais utilizado para locomoção popular.

Ruínas de um antigo estádio destruído pela Guerra Civil, que durou aproximadamente 27 anos e que matou cerca de 500.000 angolanos.

Casas em que os telhados são fixados com pedras.

Situação muito precária, onde as mulheres lavam roupas em córregos altamente poluídos.

Adobe: tijolo feito de barro e palha.

Arquitetura portuguesa, bastante presente na cidade de Huambo, que foi projetada inicialmente com o nome de Nova Lisboa, antes da Guerra Civil.

O futebol, como na maior parte dos países, também é a preferência das crianças angolanas.

A força do trabalho feminino é muito presente em Angola, pelo motivo da morte de muitos homens na guerra.

O trabalho pesado, realizado pelas mulheres, é muito comum nesse país africano.

A ferrovia, ainda que em condição muito precária, é utilizada para transporte de passageiros e cargas.

Fachada do Banco Africano de Investimentos, localizado no centro da cidade de Huambo.

Imóvel no centro da cidade angolana, completamente cravejado de balas, alvo da intensa Guerra Civil que norteou o país durante quase 30 anos.

Construção de um prédio, cujo a obra ficou inacabada por causa do conflito civil dessa região.

Mão-de-obra feminina na limpeza das ruas de Huambo.

Como diversos outros produtos, o gás também é comercializado por vendedores ambulantes nas ruas da cidade africana.

Os alimentos são vendidos de maneira exposta, sem nenhuma condição de higiene.

Vista da feira onde são vendidos diversos tipos de alimentos e utensílios domésticos.

Carrinho-de-mão utilizado por carregadores ambulantes que prestam serviços na feira.

Mais uma visão da feira, onde vende-se um pouco de tudo.

Interior de uma van lotada de passageiros.

As crianças, além de curiosas, gostam muito de serem fotografadas.

Ruínas de um imóvel, alvo do tiroteio da Guerra Civil, que perdurou de 1975 até o seu término em 2002.

Desde cedo, as crianças tem a necessidade de labutar num trabalho pesado.

Pequenos lugarejos no interior de Huambo.

Templo de uma igreja evangélica em local isolado, distante da cidade angolana.

Interior do templo evangélico.

Estrada abandonada por conter inúmeras minas de guerra ainda ativadas. Essa foto foi registrada com muita cautela, por estar pisando em terreno minado.

Escola de ensino primário, onde abriga crianças de diversas idades.

O que restou de dois tanques de guerra abandonados à beira de um rio.

Pequeno povoado em local distante da cidade angolana de Huambo.

De volta para a capital Luanda, registro do Imbondeiro, árvore símbolo da África, que apresenta uma aparência fossilizada.